LIVRETO CELEBRATIVO DA POSSE DO EMINETÍSSIMO
DOM JOÃO MARIA KEKEISON
ARCEBISPO ELEITO DE APARECIDA

26.08.21
21h30

Inicia-se a celebração que será presidida pelo novo Arcebispo. Na procissão de entrada, o núncio Apostólico leva o Báculo pastoral que entregará ao novo Arcebispo

Chegando ao Altar, todos o reverenciam e tomam seus lugares. O núncio dirige a saudação ao povo e prossegue-se o rito da posse.

ME CHAMASTE PARA CAMINHAR NA VIDA CONTIGO, 
DECIDI PARA SEMPRE SEGUIR-TE, NÃO VOLTAR ATRÁS 
ME PUSESTE UM BRASA NO PEITO E UMA FLECHA NA ALMA, 
É DIFÍCIL AGORA VIVER SEM LEMBRAR-ME DE TI. 

TE AMAREI SENHOR, TE AMAREI SENHOR 
EU SÓ ENCONTRO A PAZ E A ALEGRIA BEM PERTO DE TI 

Ó JESUS, NÃO ME DEIXES JAMAIS CAMINHAR SOLITÁRIO,
POIS CONHECES A MINHA FRAQUEZA E O MEU CORAÇÃO
VEM, ENSINA-ME A VIVER A VIDA NA TUA PRESENÇA,
NO AMOR DOS IRMÃOS, NA ALEGRIA, NA PAZ, NA UNIÃO

TE AMAREI SENHOR, TE AMAREI SENHOR 
EU SÓ ENCONTRO A PAZ E A ALEGRIA BEM PERTO DE TI 

SAUDAÇÃO

Núncio: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. 
T: Amém. 

Núncio: A paz esteja convosco. 
T: O amor de Cristo nos uniu.

ATO PENITENCIAL

Núncio: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

Pres: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Núncio: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T: Amém.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

INNOCENTIVS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

Ao venerável irmão João Maria Kekeison, até aqui residente da Diocese de Roma, elevado Arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, saúde e Bênção Apostólica.

Fazendo-se necessário prouver um Bispo com diligência pastoral e afável cuidado com o povo de Deus presente em torno da Cátedra Arquiepiscopal de Aparecida, vacante após a emeritação de nosso amado irmão, Dom Miguel Dolezzio, nós, zelosos do bem de todos os participantes do rebanho do Senhor, após ouvida a deliberação favorável por parte da Congregação para os Bispos, vimos em ti, estimado filho, idôneo para governar com grande esmero a grei de Aparecida.

Portanto, no uso de nosso supremo poder Apostólico, NOMEAMOS-TE Arcebispo Metropolitano de Aparecida, conferindo a ti as faculdades e incumbências que segundo o Direito Canônico a esse ofício competem, e dissolvido o título e regalias de sua anterior sede. 

Dito isto, amado filho, invocamos sobre ti, por meio da intercessão de Maria, sob o título de Aparecida, rainha e padroeira do Brasil, os dons inexauríveis do Espírito Paráclito, dos quais possas trabalhar tão dedicadamente em prol de seu rebanho, unindo-os em torno de uma só fé e um só pastor.

Dado e passado em Jerusalém, junto ao Santo Sepulcro, na memória de São Pio X, no dia 21 de agosto do ano jubilar de 2021, primeiro de Nosso pontificado.

+ INNOCENTIUS Pp. VI
Pontifex Maximus

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
Ass: Graças a Deus.

O novo Arcebispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.

O clero arquidiocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.

O Chanceler do arcebispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Leitura da Ata da Posse

Aos vinte e seis dias do mês de agosto do Ano de dois mil e vinte um, às 21h30, na catedral de Aparecida, Sé Arquidiocesana, na presença do  Revmo. Sr. Gregório Michels, Núncio do Brasil, dos demais senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de Aparecida o Exmo. e Revmo. Sr. João Maria Kekeison. No início da cerimônia, após a apresentação do novo bispo, feita por Dom Gregorio Michels, este pediu  que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom João Maria Kekeison como arcebispo de Aparecida, lendo as Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano. Após a leitura do documento, Dom Gregório Michels entregou o báculo pastoral e a cátedra a Dom João Maria Kekeison, dando posse ao novo arcebispo, que presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, Padre Gustavo Nicolas Ouriques, testemunha de tal posse, bem como por Dom João Maria Kekeison,  e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.
Dado e passado em Aparecida, aos vinte e seis dias de agosto do ano de dois mil e vinte e um.

Após a leitura da Ata, o leitor e o novo bispo a assinam.
O Arcebispo, toma a presidência da Celebração e continua o rito abaixo.

HINO DE LOUVOR
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
ORAÇÃO DO DIA

6. 
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(1 Tessalonicenses 3,7-13)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Tessalonicenses.
Assim, irmãos, fomos consolados por vós, no meio de todas as nossas angústias e tribulações, em virtude da vossa fé. Agora, sim, tornamos a viver, porque permaneceis firmes no Senhor. E como poderíamos agradecer a Deus por vós, por toda a alegria que tivemos diante dele por vossa causa?! Noite e dia, com intenso, extremo fervor, oramos para que nos seja dado ver novamente a vossa face e completar o que ainda falta à vossa fé. Que Deus, nosso Pai, e nosso Senhor Jesus nos preparem o caminho até vós. Que o Senhor vos faça crescer e avantajar na caridade mútua e para com todos os homens, como é o nosso amor para convosco. Que ele confirme os vossos corações, e os torne irrepreensíveis e santos na presença de Deus, nosso Pai, por ocasião da vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos!
Palavra do Senhor.

Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO
(Salmos 89/90)

Saciai-nos de manhã com vosso amor!

Vós fazeis voltar ao pó todo mortal
quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!”
Pois mil anos para vós são como ontem,
qual vigília de uma noite que passou.

Ensinai-nos a contar os nossos dias
e dai ao nosso coração sabedoria!
Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis?
Tende piedade e compaixão de vossos servos!

Saciai-nos de manhã com vosso amor,
e exultaremos de alegria todo o dia!
Que a bondade do Senhor e nosso Deus
repouse sobre nós e nos conduza!
Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho,
fazei dar frutos o labor de nossas mãos!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
VIGIA, DIZ JESUS, VIGIA, POIS, NO DIA EM QUE NÃO ESPERAIS, O VOSSO SENHOR HÁ DE VIR.

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: 
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: 
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e dho Espírito Santo.
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: 
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mateus 24, 42-51)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus: “Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor. Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes. Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o Senhor constituiu sobre os de sua família, para dar-lhes o alimento no momento oportuno? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, na sua volta, encontrar procedendo assim! Em verdade vos digo: ele o estabelecerá sobre todos os seus bens. Mas, se é um mau servo que imagina consigo: - "Meu senhor tarda a vir', e se põe a bater em seus companheiros e a comer e a beber com os ébrios, o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e na hora em que ele não sabe, e o despedirá e o mandará ao destino dos hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: 
Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém

CANTO DE OFERTÓRIO
Estar Em Tuas Mãos

MÃO NA TERRA E O CORAÇÃO ALÉM DESTE CÉU
E A SEMENTE QUE BROTA É UM GERME DE ETERNIDADE
VAI BROTANDO, CRESCENDO, ESPERANDO
É A VIDA QUE VEM DESPONTAR
E ESTE TRIGO MADURO, A COLHEITA O RECOLHERÁ

ESTAR EM TUAS MÃOS, Ó PAI
E A VIDA OFERTAR
NO PÃO E NO VINHO A TI
E O CÉU SE ABRIRÁ
ESTAR EM TUAS MÃOS, SENHOR
E A VIDA ENTREGAR
A MINHA OBLAÇÃO EM TI
SE PERDERÁ, FRUTIFICARÁ
FRUTIFICARÁ, FRUTIFICARÁ, FRUTIFICARÁ!

DA VIDEIRA A FLOR NÃO RESTARÁ, PASSARÁ
E O FRUTO DA TERRA SURGIRÁ, BROTARÁ
PELA FORÇA DO VENTO, DA CHUVA
E DO SOL QUE TRAZ VIDA E CALOR
CADA DIA, CRESCENDO E APRENDENDO A RECOMEÇAR

OFERTÓRIO
 Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

 Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

 O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

 Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

 O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

 Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres:  Ó Deus, que pelo sacrifício da cruz, oferecido uma só vez, conquistastes para vós um povo, concedei à vossa Igreja a paz e a unidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO COMUUM I
A restauração universal em Cristo

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes que ele fosse o fundamento de todas as coisas e a todos destes participar de sua plenitude. Sendo verdadeiro Deus, despojou-se de sua glória. E, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro. Elevado acima de toda criatura, tornou-se fonte da salvação para todos os que fazem a sua vontade. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ass: SANTO, SANTO, SANTO, 
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA, HOSANA, NAS ALTURAS!

Ou:

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA V

 O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Senhor, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, 
Une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
mandai vosso Espírito Santo, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Mandai vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus apóstolos, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tendo o pão em suas mãos, 
Eleva os olhos
olhou para o céu e deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida diz:
Tudo isto é mistério da fé!
Ass: Toda vez que se come deste pão, toda vez que se bebe deste vinho, se recorda a paixão de Jesus Cristo e se fica esperando sua volta!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Recordamos, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão; nós queremos a vós oferecer este pão que alimenta e que dá vida, este vinho que nos salva e dá coragem.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E, quando recebermos pão e vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
Ass: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
2C: Daí ao santo padre, o papa N., ser bem firme na fé, na caridade, e a N., que é bispo desta Igreja, muita luz para guiar o seu rebanho.
Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
3C: Esperamos entrar na vida eterna com a virgem, mãe de Deus e da Igreja, São José seu esposo, os apóstolos e todos os santos, que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
Ass: Esperamos entrar na vida eterna!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
4C: A todos os que chamastes para outra vida na vossa amizade e aos marcados com o sinal da fé, abrindo vossos braços, acolhei-os. Que vivam para sempre bem felizes no reino que para todos preparastes.
Ass: A todos dai a luz que não se apaga!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E a nós, que agora estamos reunidos e somos povo santo e pecador, dai força para construirmos juntos o vosso reino, que também é nosso.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Com vossos frutos saciais a terra inteira: fazeis a terra produzir o nosso pão e o vinho que alegra o coração.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

CANTO DE COMUNHÃO

VOU CANTAR TEU AMOR,
SER NO MUNDO UM FAROL.
EIS-ME AQUI SENHOR,
VEM ABRIR AS JANELAS DO MEU CORAÇÃO.
E ENTÃO FALAREI,
IMITANDO TUA VOZ.
CREIO EM TI SENHOR,
NAS PEGADAS DEIXADAS POR TI VOU ANDAR.

VOU FALAR DO TEU CORAÇÃO,
COM TERNURA NAS MÃOS E NA VOZ
PROCLAMAR QUE A VIDA É BEM MAIS
DO QUE AQUILO QUE O MUNDO ENSINA E CANTAR
CANTAR UM CANTO ENSINADO POR DEUS,
COM POESIA ENSINAR NOSSA FÉ,
PLANTAR O CHÃO, CULTIVAR O AMOR,
COMO POETAS QUE QUEREM SONHAR.
PRA REALIZAR O QUE O MESTRE ENSINOU,
VIEMOS CEAR, RESTAURAR O CORAÇÃO,
FONTE DE VIDA NO ALTAR A BROTAR,
A NOS ALIMENTAR.

CELEBRAR MEU VIVER
PRA NO MUNDO SER MAIS.
FAZ DE MIM SENHOR,
APRENDIZ DA VERDADE, JUSTIÇA E DA PAZ.
COMUNGAR TEU VIVER
NESTE VINHO, NESTE PÃO.
QUERO SER, SENHOR,
NOVO HOMEM NASCIDO DO TEU CORAÇÃO.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
55. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, fazei agir plenamente em nós o sacramento do vosso amor e transformai-nos de tal modo pela vossa graça, que em tudo possamos agradar-vos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BENÇÃO FINAL
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Deus vos abençoe e vos guarde. Ele vos mostre a sua fhace e se compadeça de vós. Volva para vós o seu olhar e vos dê a sua paz.
Ass: Amém.

Pres: Pela intercessão da Sempre Vhirgem Maria, Nossa Senhora de Aparecida, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

56. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!