Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos, estou ciente de que o bem não habita em mim, isto é, na minha carne. Pois eu tenho capacidade de querer o bem, mas não de realizá-lo. Com efeito, não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero. Ora, se faço aquilo que não quero, então já não sou eu que estou agindo, mas o pecado que habita em mim. Portanto, descubro em mim esta lei: Quando quero fazer o bem, é o mal que se me apresenta.
Como homem interior ponho toda a minha satisfação na lei de Deus; mas sinto em meus membros outra lei, que luta contra a lei da minha razão e me aprisiona na lei do pecado, essa lei que está em meus membros. Infeliz que eu sou! Quem me libertará deste corpo de morte? Graças sejam dadas a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor.
- Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
— Ensinai-me a fazer vossa vontade!
— Ensinai-me a fazer vossa vontade!
— Dai-me bom senso, retidão, sabedoria,/ pois tenho fé/ nos vossos santos mandamentos!
— Porque sois bom/ e realizais somente o bem,/ ensinai-me a fazer vossa vontade!
— Vosso amor/ seja um consolo para mim,/ conforme a vosso servo prometestes.
— Venha a mim o vosso amor e viverei,/ porque tenho em vossa lei/ o meu prazer!
— Eu jamais esquecerei vossos preceitos,/ por meio deles/ conservais a minha vida.
— Vinde salvar-me, ó Senhor,/ eu vos pertenço!/ Porque sempre procurei/ vossa vontade.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
FALA, SENHOR, TEUS AMIGOS ESCUTAM.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
QUEM AMA A DEUS, GUARDA A SUA PALAVRA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: Naquele tempo, Jesus dizia às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?
Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.
— Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PRECES DA ASSEMBLÉIA
16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Na esperança de recebermos do Senhor um pastor, rezemos:
Ass: Nós te pedimos, Senhor.
1. Que o Senhor nos conceda um pastor digno, rezemos.
2. Que o Senhor nos conceda um pastor prudente, rezemos.
3. Que o Senhor nos conceda um pastor fiel a Igreja, rezemos.
4. Que o Senhor nos conceda um pastor com fulgor missionário, rezemos.
5. Que o Senhor nos conceda um pastor diligente, rezemos.
Pres: Ouvi-nos, Deus todo-poderoso, e concedei à nossa fraqueza um pastor com a solicitude que necessitamos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
É PROVA DE AMOR, JUNTO À MESA PARTILHAR
É SINAL DE HUMILDADE, NOSSOS DONS APRESENTAR
ACOLHEI AS OFERENDAS DESTE VINHO E DESTE PÃO
E O NOSSO CORAÇÃO TAMBÉM
SENHOR QUE VOS DOASTES TOTALMENTE POR AMOR
FAZEI DE NÓS O QUE CONVÉM!
QUEM VIVE PARA SI, EMPOBRECE SEU VIVER
QUEM DOAR A PRÓPRIA VIDA, VIDA NOVA HÁ DE COLHER
ACOLHEI AS OFERENDAS DESTE VINHO E DESTE PÃO
E O NOSSO CORAÇÃO TAMBÉM
SENHOR QUE VOS DOASTES TOTALMENTE POR AMOR
FAZEI DE NÓS O QUE CONVÉM!
OFERTA É BEM SERVIR, POR AMOR A NOSSO IRMÃO
É REUNIR-SE NESTA MESA É CELEBRAR A REFEIÇÃO
ACOLHEI AS OFERENDAS DESTE VINHO E DESTE PÃO
E O NOSSO CORAÇÃO TAMBÉM
SENHOR QUE VOS DOASTES TOTALMENTE POR AMOR
FAZEI DE NÓS O QUE CONVÉM!
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Ó Deus, sede compassivo para conosco, e dai-nos, pelas as oferendas que vos apresentamos, a alegria de ver à frente de vossa Igreja um pastor do vosso agrado. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA VI-A
A Igreja a Caminho da Unidade
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças e cantar-vos um hino de glória e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do evangelho do vosso Filho reunistes uma só Igreja de todos os povos, línguas e nações. Vivificada pela força do vosso Espírito, não deixais, por meio dela, de congregar na unidade todos os seres humanos. Assim, manifestando a aliança do vosso amor, a Igreja transmite constantemente a alegre esperança do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que prometestes para sempre em Jesus Cristo, Senhor nosso. Por esta razão, com todas as virtudes do céu, nós vos celebramos na terra, dizendo com toda a Igreja a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
O sacerdote uneas mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e
+ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na véspera de sua paixão, durante a última ceia,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
1C: Renovai, Senhor, à luz do evangelho, a vossa Igreja que está em Roma. Fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis leigos e os pastores do vosso povo, em comunhão com os bispos do mundo inteiro, para que o vosso povo, neste mundo dihlacerado por dhiscórdias, brilhe como sinal profético de unidade e de paz.
2C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.
3C: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada virgem Maria, com os apóstolos e mártires e todos os santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, recita-se:Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Provai e vede como o Senhor é bom, feliz de quem nele encontra o seu refugio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
1. NA MESA SAGRADA SE FAZ UNIDADE
NO PÃO QUE ALIMENTA, QUE É O PÃO DO SENHOR
FORMAMOS FAMÍLIA NA FRATERNIDADE
NÃO HÁ DIFERENÇA DE RAÇA OU DE COR
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
2. CHEGAR JUNTO À MESA É COMPROMETER-SE
É A DEUS CONVERTER-SE COM SINCERIDADE
O GRITO DOS FRACOS DEVEMOS OUVIR
E EM NOME DE CRISTO AMAR E SERVIR!
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
3. ENQUANTO NA TERRA O PÃO FOR PARTIDO
O HOMEM NUTRIDO SE TRANSFORMARÁ
VIVENDO A ESPERANÇA NUM MUNDO MELHOR
COM CRISTO LUTANDO, O AMOR VENCERÁ
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
4. SE PARTICIPAMOS DA EUCARISTIA
É GRANDE A ALEGRIA QUE DEUS OFERECE
PORÉM NÃO PODEMOS DEIXAR ESQUECIDA
A DOR, NESTA VIDA, QUE O POBRE PADECE
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
5. ASSIM, COMUNGANDO DA ÚNICA VIDA
A MORTE VENCIDA SERÁ NOSSA SORTE
SE UNIDOS BUSCARMOS LIBERTAÇÃO
TEREMOS COM CRISTO A RESSURREIÇÃO.
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
IMPORTA VIVER, SENHOR, UNIDOS NO AMOR
NA PARTICIPAÇÃO, VIVENDO EM COMUNHÃO
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Refeitos, ó Deus, pelo o sacramento do Corpo e do Sangue de vosso Filho, dai-nos a alegria de possuir um pastor que dirija o vosso povo no caminho da virtude e faça penetrar em seu coração a verdade do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.
141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
143. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
CANTO FINAL
AVE, RAINHA DO CÉU;
AVE, DOS ANJOS SENHORA;
AVE, RAIZ, AVE, PORTA;
DA LUZ DO MUNDO ÉS AURORA.
EXULTA, Ó VIRGEM GLORIOSA,
AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS;
NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
E PEDE A CRISTO POR NÓS!
VIRGEM MÃE, Ó MARIA!
VIRGEM MÃE, Ó Ó MARIA!
Livreto feito e revisado pela cúria Metropolitana.
Monsenhor Giuseppe Siri Messias
Administrador arquidiocesano