125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO.
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO.
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO.
DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS,
DIZ O SENHOR.
QUEM PERMANECE EM MIM E EU NELE,
DÁ MUITO FRUTO, ALELUIA!
1. ARRANCASTES DO EGITO ESTA VIDEIRA,
E EXPULSASTES AS NAÇÕES PARA PLANTÁ-LA;
DIANTE DELA PREPARASTES O TERRENO,
LANÇOU RAÍZES E ENCHEU A TERRA INTEIRA.
EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS,
DIZ O SENHOR.
QUEM PERMANECE EM MIM E EU NELE,
DÁ MUITO FRUTO, ALELUIA!
2. OS MONTES RECOBRIU COM SUA SOMBRA,
E OS CEDROS DO SENHOR COM OS SEUS RAMOS;
ATÉ O MAR SE ESTENDERAM SEUS SARMENTOS,
ATÉ O RIO OS SEUS REBENTOS SE ESPALHARAM.
EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS,
DIZ O SENHOR.
QUEM PERMANECE EM MIM E EU NELE,
DÁ MUITO FRUTO, ALELUIA!
3. FOI A VOSSA MÃO DIREITA QUE A PLANTOU;
PROTEGEI-A E AO REBENTO QUE FIRMASTES!
E AQUELES QUE A CORTARAM E A QUEIMARAM,
VÃO PERECER ANTE O FUROR DE VOSSA FACE.
EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS,
DIZ O SENHOR.
QUEM PERMANECE EM MIM E EU NELE,
DÁ MUITO FRUTO, ALELUIA!
4. POUSAI A MÃO POR SOBRE O VOSSO PROTEGIDO,
O FILHO DO HOMEM QUE ESCOLHESTES PARA VÓS!
E NUNCA MAIS VOS DEIXAREMOS, SENHOR DEUS!
DAI-NOS VIDA, E LOUVAREMOS VOSSO NOME!
EU SOU A VIDEIRA, VÓS OS RAMOS,
DIZ O SENHOR.
QUEM PERMANECE EM MIM E EU NELE,
DÁ MUITO FRUTO, ALELUIA!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, confirmai em nossos corações os mistérios da fé, para que, proclamando o filho da virgem verdadeiro Deus e verdadeiro homem, cheguemos à felicidade eterna pelo poder da sua ressurreição salvadora. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
BÊNÇÃO FINAL
141. Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O bispo ordenante estende as mãos:
Pres: Deus, que te chamou ao serviço das pessoas na Igreja, te dê um zelo para com todos, especialmente para com os aflitos e pobres.
Ass: Amém.
Pres: Ele que te deu o múnus de pregar o Evangelho de Cristo, te ajude a viver de acordo com a sua Palavra e a ser testemunha sincera e fervorosa.
Ass: Amém.
Pres: Ele, que te fez dispensador de seus mistérios, te conceda que sejas imitador de seu Filho, Jesus Cristo, e ministro da unidade e da paz neste mundo.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
142. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Aleluia, aleluia!
Ass: Graças a Deus. Aleluia, aleluia!
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
143. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
ANTÍFONA MARIANA
RAINHA DO CÉU, ALEGRAI-VOS.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
POIS AQUELE QUE TROUXESTES EM VOSSO VENTRE.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
RESSUSCITOU COMO DISSE.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ROGAI POR NÓS A DEUS.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!