LIVRETO CELEBRATIVO
INSTALAÇÃO DA
PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO
COM DOM CRISTIANO TORQUATTO,
ARCEBISPO DE APARECIDA
Pres: Cristo, tende piedade de nós.
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
Ass: Amém.
141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: Iluminai, ó Deus de bondade, a vossa família, para que, abraçando a vossa vontade, possa viver fazendo o bem. Por Cristo, nosso Senhor.Ass: Amém.
Paróquia São Sebastião,
Rio de Janeiro - RJ
01.12.2022
CANTO DE ENTRADA
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
VA TI, SANTO, HOJE DAMOS LOUVORES,
GRANDE MÁRTIR, SÃO SEBASTIÃO.
QUE DA MORTE AFRONTASTE OS HORRORES,
INDO À GLÓRIA REINAR EM SIÃO.
PROTETOR DESTA TERRA QUERIDA,
LIVRA-NOS DE FLAGELOS MORTAIS.
DÁ-NOS PAZ E PLENA, SANTA VIDA
PARA A GLÓRIA GOZAR IMORTAIS.
TU, VALIDO DOS REIS DESTE MUNDO,
NÃO TE DEIXAS DA HONRA EMBAIR;
ANTES DÁS-LHE DESPREZO PROFUNDO,
PARA A GLÓRIA DE CÉU POSSUIR.
TU, NO CIMO DA HUMANA FORTUNA,
DE DELÍCIAS CERCADO E DE BENS,
OLHAS SÓ PARA A GRAÇA DIVINA,
PARA A GLÓRIA DO CELESTE EDEN.
TRÊS BATALHAS TREMENDAS VENCESTE:
A ABASTANÇA, A GRANDEZA, O PRAZER.
TRÊS TRIUNFOS QUE TU MERECESTE,
TRIPLA GLÓRIA QUE SEMPRE HÁS DE TER.
DURAS SETAS EM TI SE CRAVARAM,
A TEU CORPO FERINDO, MORTAL.
MAS EM VEZ DA MORTE,
O QUE DERAM, FOI DA GLÓRIA A COROA IMORTAL.
GRANDE SANTO, ALCANÇA-ME, DA GLÓRIA
FORÇA CONTRA AS MÁS INSPIRAÇÕES,
DE MIM MESMO, CONSTANTE VITÓRIA,
A VITÓRIA DAS MINHAS PAIXÕES.
DÁ-ME SEMPRE EU FELIZ EVITAR
DESTE MUNDO EM QUE VIVO, OS PERIGOS.
PÕE MINHA ALMA EM SEGUROS ABRIGOS,
LÁ NA GLÓRIA, SEM FIM, DESCANSAR.
SAUDAÇÃO
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
LEITURA DO DECRETO DE CRIAÇÃO DA PARÓQUIA
3. O Chanceler do Arcebispado ou outro ministro devidamente preparado deve proceder com a leitura do decreto de criação da Paróquia.
ARQUIDIOCESE DE APARECIDA
DOM CRISTIANO TORQUATTO
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
ARCEBISPO METROPOLITANO DE APARECIDA
A Dom Gabriel d'Médici, Srta. Carol Mendes e a todos os quais tomarem conhecimento do presente decreto, saudação, paz e bênção no Senhor.
A devoção a São Sebastião iniciou-se muito cedo na história da Igreja, especificamente em torno do século III da era cristã. Nascido no continente europeu, Sebastião abraçou a carreira militar no Império Romano, sendo admitido na guarda pretoriana, zelando pela segurança do Imperador. No ano de 284, Diocleciano assumiu o controle do Império, que se encontrava com inúmeros "problemas", dentre eles, o desrespeito à religião oficial. Diante disso, o Imperador iniciou a última e a mais sangrenta das perseguições contra os seguidores de Jesus Cristo e de sua Igreja. Durante treze anos, milhares de cristãos foram aprisionados, julgados e mortos cruelmente. Neste cenário de opressão estatal, Sebastião foi denunciado por sua Fé em Cristo e levado diante do tribunal do govenador de Roma. Sebastião, corajosamente, declarou-se cristão e denunciou com veemência as injustiças praticadas contra os inocentes. O próprio imperador Diocleciano tentou fazê-lo abjurar o cristianismo e venerar os ídolos romanos. Mas Sebastião, mesmo afirmando lealdade a seu chefe, recusou-se adorar os falsos deuses, dizendo que só adoraria o único e verdadeiro Deus, o que "se fez Homem e habitou entre nós" (cf. Jo 1,14). Acusado de traição, foi condenado a morrer a flechadas pelas mãos dos hábeis arqueiros, amarrado numa árvore. Quando os cristãos o recolheram, achando que estivesse morto, viram que Sebastião milagrosamente ainda respirava. Passados alguns meses, ele começou novamente a caminhar. No ano de 287, especificamente no dia 20 de janeiro – dia reservado à adoração do imperador, que era considerado um deus –, Sebastião, cheio do Espírito Santo, apresentou-se, destemidamente, diante do imperador e reprovou-lhe a crueldade com que tratava os cristãos. O imperador ficou furioso e imediatamente ordenou que Sebastião fosse açoitado até a morte. No Brasil, a devoção a este grande santo iniciou-se ainda na colonização portuguesa. Aliás, uma antiga lenda conta que o próprio São Sebastião apareceu com uma espada na mão para lutar ao lado dos portugueses na batalha de Aruçumirim, que culminou com o nascimento da cidade do Rio de Janeiro.
Em nosso mundo virtual, a devoção a São Sebastião também se faz presente, sendo possível notá-la nas várias igrejas erigidas em sua honra. Em nossa Igreja Particular não é diferente. Em 13 de julho de 2022 fora erigida a Capela de São Sebastião, até então pertencente ao Santuário São João Batista, construída pelo árduo trabalho da Srta. Carol Mendes, a quem de imediato agradecemos por tanto cuidado e carinho. A citada Capela sempre foi local de admiração e cuidado, tanto pelos Sagrados Mistérios que ali se celebram, quanto por sua beleza arquitetônica. Todos os sacerdotes que ali puderam celebrar, afirmaram peremptoriamente que nunca fora visto nada igual na história da Igreja presente no Habbo, alcançando a bela Capela, portanto, o seu fim último de, através da beleza, elevar a mente e o coração humano até o Criador.
Diante do exposto e usando da autoridade a nós conferida pela Santa Sé Apostólica, DECRETAMOS a ereção da Paróquia de São Sebastião, com sede na cidade do Rio de Janeiro (RJ), sendo sua Igreja Matriz localizada nos quartos da Srta. Carol Mendes (Sarcasm.). Ademais, DECRETAMOS igualmente o desmembramento da Capela Santa Teresinha, localizado nos quartos da Srta. Isabella Mendes (.:Isabella:.) do Santuário São João Batista, agora compondo o território da recém-erigida Paróquia de São Sebastião.
Nesta perspectiva, aproveitamos ainda para, desde já, NOMEARMOS como primeiro pároco de São Sebastião, o Ex.mo bispo Dom Gabriel d'Médici, que será o quanto antes, apresentado ao povo carioca em Solene Celebração Eucarística presidida por vosso Arcebispo.
Por fim, exortamos aos fiéis que acolham Dom Gabriel d'Médici como nosso legítimo representante, tratando-o com carinho, afeto e amor, contribuindo para seu crescimento espiritual e missionário. Sob esse viés, adjuramos ainda a Dom Gabriel d'Médici, que haja em conformidade conosco e com os mandamentos de Cristo e sua Igreja, sendo o bom pastor da nova comunidade paroquial, a exemplo do próprio Cristo, que "não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos" (Mt 20,28).
Mais uma vez ainda, agradecemos a Srta. Carol Mendes pelo serviço prestado a esta Igreja Particular, suplicando que o Senhor derrame uma chuva de bênçãos e graças sobre toda a sua família.
Dado e passado no Gabinete Arquidiocesano, aos trinta dias do mês de novembro do ano do Senhor de dois mil e vinte e dois, na memória do Apóstolo Santo André, sob nosso sinal e selo de nossas armas.
+ 𝒞𝓇𝒾𝓈𝓉𝒾𝒶𝓃𝑜 𝒯𝑜𝓇𝓆𝓊𝒶𝓉𝓉𝑜, 𝒮𝒟𝐵
Arcebispo Metropolitano de Aparecida
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha tão grande culpa.
Em seguida, continuam:
E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Despertai, ó Deus, o vosso poder e socorrei-nos com a vossa força, para que vossa misericórdia apresse a salvação que nossos pecados retardam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(Is 26, 1-6)
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Naquele dia, cantarão este canto em Judá: “Uma cidade fortificada é a nossa segurança; o Senhor cercou-a de muros e antemuro. Abri as suas portas, para que entre um povo justo, cumpridor da palavra, firme em seu propósito; e tu lhe conservarás a paz, porque confia em ti. Esperai no Senhor por todos os tempos, o Senhor é a rocha eterna. Ele derrubou os que habitam no alto, há de humilhar a cidade orgulhosa, deitando-a por terra, até fazê-la beijar o chão. Hão de pisá-la os pés, os pés dos pobres, as passadas dos humildes”.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 117)
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
— Bendito é aquele que vem vindo em nome do Senhor!
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” É melhor buscar refúgio no Senhor, do que pôr no ser humano a esperança; é melhor buscar refúgio no Senhor, do que contar com os poderosos deste mundo!”
— Abri-me vós, abri-me as portas da justiça; quero entrar para dar graças ao Senhor! “Sim, esta é a porta do Senhor, por ela só os justos entrarão!” Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes e vos tornastes para mim o Salvador!
— Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação, ó Senhor, dai-nos também prosperidade! Bendito seja, em nome do Senhor, aquele que em seus átrios vai entrando! Desta casa do Senhor vos bendizemos. Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!
BUSCAI O SENHOR, VOSSO DEUS,
INVOCAI-O ENQUANTO ESTÁ PERTO!
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 7, 21. 24-27)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
O PÃO HOJE OFERTADO
NESTA MESA DE AMOR,
É FRUTO DO TRABALHO,
RECOMPENSA DO SUOR
DAQUELE QUE SEMEIA
E VÊ O GRÃO GERMINAR.
ACEITA A MINHA VIDA EM TEU ALTAR!
COMO ESTE PÃO SERÁ O TEU CORPO,
TUA VIDA SERÁ MINHA VIDA
E O QUE SINTO EM MINHA CARNE
VIVO PELA FÉ, POIS TU VIVES EM MIM.
O VINHO HOJE TRAZIDO
DÁ SENTIDO A REFEIÇÃO,
SERÁ DA CRUZ O SANGUE
QUE VERTEU-SE EM SALVAÇÃO.
AS CULPAS E O PECADO
ENTÃO VAI APAGAR.
ACEITA MINHA VIDA EM TEU ALTAR!
COMO ESTE VINHO SERÁ O TEU SANGUE,
TUA VIDA SERÁ MINHA VIDA
E O QUE SINTO EM MINHA CARNE
VIVO PELA FÉ POIS TU VIVES EM MIM.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Recebei, ó Deus, estas oferendas que escolhemos entre os dons que nos destes, e o alimento que hoje concedeis à nossa devoção torne-se prêmio da redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DO ADVENTO I
As duas vindas de Cristo
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes, esperamos. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM
EM NOME DO SENHOR!
BENDITO O QUE VEM
EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
MEMORIAL
106. Em seguida, diz:
Pres: EIS O MISTÉRIO DA FÉ!
O povo aclama:
Ass: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE,
E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO.
VINDE, VINDE, SENHOR JESUS! VINDE, VINDE, SENHOR JESUS!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bento, com o nosso bispo Cristiano e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO,
A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO,
NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO,
TODA HONRA E TODA GLÓRIA,
AGORA E PARA SEMPRE!
Ass: AMÉM, AMÉM, AMÉM!
AMÉM, AMÉM, AMÉM!
AMÉM, AMÉM, AMÉM!
ORAÇÃO DO SENHOR
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ!
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
É BOM ESTARMOS JUNTOS À MESA DO SENHOR
E UNIDOS NA ALEGRIA, PARTIR O PÃO DO AMOR
NA VIDA CAMINHA QUEM COME DESTE PÃO
NÃO ANDA SOZINHO QUEM VIVE EM COMUNHÃO
EMBORA SENDO MUITOS, É UM O NOSSO DEUS
COM ELE, VAMOS JUNTOS, SEGUINDO OS PASSOS SEUS
FORMAMOS A IGREJA, O CORPO DO SENHOR
QUE EM NÓS O MUNDO VEJA A LUZ DO SEU AMOR
FOI DEUS QUEM DEU OUTRORA AO POVO O PÃO DO CÉU
PORÉM, NOS DÁ AGORA O PRÓPRIO FILHO SEU
SERÁ BEM MAIS PROFUNDO O ENCONTRO: A COMUNHÃO
SE FORMOS PARA O MUNDO SINAL DE SALVAÇÃO
BEBER NOSSA EUCARISTIA AJUDE A SUSTENTAR
QUEM QUER NO DIA-A-DIA O AMOR TESTEMUNHAR
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nutridos pelo sacramento da nossa redenção, nós vos pedimos, ó Deus, que este remédio da salvação eterna faça crescer em nós a verdadeira fé. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
BENÇÃO FINAL
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote ou diácono diz:
Sac ou Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!
ANTÍFONA MARIANA
SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS SENHORA NOSSA MÃE, NOSSA DOÇURA,
NOSSA LUZ, DOCE VIRGEM MARIA.
NÓS A TI CLAMAMOS, FILHOS EXILADOS,
NÓS A TI VOLTAMOS NOSSO OLHAR CONFIANTE.
VOLTA PARA NÓS, OH MÃE,
TEU SEMBLANTE DE AMOR.
DÁ-NOS TEU JESUS, OH MÃE,
QUANDO A NOITE PASSAR.
SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS AUXILIO DOS CRISTÃOS,
OH MÃE CLEMENTE, MÃE PIEDOSA,
DOCE VIRGEM MARIA.

