LIVRETO CELEBRATIVO
APRESENTAÇÃO DO DIÁCONO THÉO CROOW
COMO CAPELÃO DE SÃO JORGE

Capela São Jorge
Alfredo Chaves - ES
11.01.2023

CANTO DE ENTRADA

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

1. PRA VIVER DA SUA VIDA, ALELUIA,
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

2. PRA SER IGREJA PEREGRINA, ALELUIA,
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

3. PRA SER SINAL DA SALVAÇÃO, ALELUIA,
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

4. PRA ANUNCIAR O EVANGELHO,ALELUIA,
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

5. PRA SERVIR NA UNIDADE, ALELUIA!
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

6. PRA CELEBRAR A SUA GLÓRIA, ALELUIA!
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

7. PRA CONSTRUIR UM MUNDO NOVO, ALELUIA!
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

8. PRA CAMINHAR NA ESPERANÇA, ALELUIA!
O SENHOR NOS ENVIOU, ALELUIA!

Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!
Ó PAI, SOMOS NÓS O POVO ELEITO,
QUE CRISTO VEIO REUNIR!

SAUDAÇÃO
 
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

ORAÇÃO DO DIA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Senhor nosso Deus, que fizestes resplandecer esta santíssima noite com o nascimento de Cristo, verdadeira luz do mundo, concedei-nos que, tendo conhecido na terra o mistério desta luz, possamos gozar no Céu o esplendor da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(Hb 2, 14-18)

6. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Carta aos Hebreus.
Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição, para assim destruir, com a sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, e libertar os que, por medo da morte, estavam a vida toda sujeitos à escravidão. Pois, afinal, não veio ocupar-se com os anjos, mas com a descendência de Abraão. Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo-sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo. Pois, tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 104)

7. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

—  O Senhor se lembra sempre da Aliança.
 
— Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas!
 
— Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face!
 
— Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra.
 
— Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
9. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!

MINHAS OVELHAS ESCUTAM A AMINHA VOZ,
EU AS CONHEÇO E ELAS ME SEGUEM.

ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!
 
10. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mc 1, 29-39)

11. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: 
Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. A cidade inteira se reuniu em frente da casa. Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”. Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.
12. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

13. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
 
PRECES DA ASSEMBLÉIA

14. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Caríssimos irmãos e irmãs: Nesta dia em que acolhemos o Diácono Permanente Théo Croow entre nós, rezemos com toda a confiança dizendo:
Ass: Confirmai-nos, Senhor, no vosso Espírito.
 
1. Senhor, Pai Santo, que a ressurreição do vosso Filho Jesus renove a Igreja, povo de Deus, para que em comunhão com o papa Bento, bispos, padres, diáconos, ministros e ministras anunciem a todos os novos céus e a nova terra.
 
2. Senhor, Pai querido, nós vos damos graças pela presença deste Apostolado no âmbito virtual, dai-nos os dons do vosso Espírito para que continuemos evangelizando na vivência da comunhão e missão.
 
3. Senhor, nosso Deus, acolhemos na fraternidade da oração e no carinho da comunhão e da amizade o Diácono Permanente Théo Croow, “que vem para fazer Tua Vontade”, e nos auxiliar para vivermos como Igreja da caridade em permanente missão.

4. Damos graças a Deus pelo ministério de Dom Cristiano, nosso arcebispo, e de nosso Vigário Episcopal, Dom Idalécio; bem como de nosso pároco, Padre Rafael Arns. Vos suplicamos que continuem a nos enriquecer com o seu ardor missionário.

5. Nós vos louvamos e vos bendizemos, Pai querido, pela ressurreição do vosso Filho que renova nossa vida cristã, e vos pedimos que pela intercessão da Vhirghem de Aparecida, Mãe e Padroeira desta Arquidiocese, ajude-nos a viver como Igreja missionária que acolhe, se renova e serve.

Pres:  Ó Deus, sabeis que a vida dos homens e das mulheres de hoje está sujeita a toda espécie de dificuldades; ouvi o desejo daqueles que vos suplicam e realizai os pedidos dos que creem em vos. Por Cristo Nosso Senhor.
Ass: Amém.

OFERTÓRIO
15. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

1. QUE MARAVILHA, SENHOR, ESTAR AQUI!
SENTIR-SE IGREJA REUNIDA A CELEBRAR
APRESENTANDO OS FRUTOS DO CAMINHO
NO PÃO E VINHO, OFERTAS DESTE ALTAR

BENDITO SEJAIS POR TODOS OS DONS!
BENDITO SEJAIS PELO VINHO E PELO PÃO!
BENDITO, BENDITO
BENDITO SEJA DEUS PARA SEMPRE!

2. QUE GRANDE BÊNÇÃO SERVIR NESTA MISSÃO
MISSÃO DE CRISTO,TAREFA DO CRISTÃO
TORNAR-SE IGREJA, FORMAR COMUNIDADE
SER SOLIDÁRIO,TORNAR-SE UM POVO IRMÃO

BENDITO SEJAIS POR TODOS OS DONS!
BENDITO SEJAIS PELO VINHO E PELO PÃO!
BENDITO, BENDITO
BENDITO SEJA DEUS PARA SEMPRE!

3. QUE GRAÇA IMENSA VIVER A MESMA FÉ
TER ESPERANÇA A UM MUNDO BEM MELHOR
NA CARIDADE SENTIR-SE FAMILIARES
LUTANDO JUNTOS EM NOME DE SENHOR

BENDITO SEJAIS POR TODOS OS DONS!
BENDITO SEJAIS PELO VINHO E PELO PÃO!
BENDITO, BENDITO
BENDITO SEJA DEUS PARA SEMPRE!

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Possa agradar-vos, ó Deus, a oferenda do vosso povo; que ela nos obtenha a santificação e o que confiantes vos pedimos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO COMUM I
A Restauraão Universal em Cristo

31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes que ele fosse o fundamento de todas as coisas e a todos destes participar de sua plenitude. Sendo verdadeiro Deus, despojou-se de sua glória. E, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro. Elevado acima de toda criatura, tornou-se fonte da salvação para todos os que fazem a sua vontade. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz:

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!

SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS! 

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!

BENDITO QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! 
HOSANA NAS ALTURAS! 

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

80. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
O povo aclama:
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa Bento, por nosso bispo Cristiano, nosso vigário Idalécio, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
Ass: Conservai a vossa Igreja sempre unida!

81. Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!

82. "Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja veneramos a sempre Vhirghem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, e também São José, esposo de Maria, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.

88. O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.

90. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

91. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

92. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

93. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

94. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

95. Prossegue, de braços abertos:
Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
96. Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.

97. Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.

98. Bate no peito dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e Cecília, Anastácia e todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos.

99. E o sacerdote prossegue:
4C: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.

100. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: 
Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass:
 
O amor de Cristo nos uniu.
 
SAUDAÇÃO DA PAZ

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE
 DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
 
1. ESTA É A CEIA DO PAI, VINDE TODOS,
TOMAI O ALIMENTO ETERNO
HOJE DESEJO SACIAR VOSSA FOME DE PAZ,
ACOLHEI-ME NO CORAÇÃO

AONDE IREMOS NÓS? AONDE IREMOS NÓS?
TU TENS PALAVRAS DE VIDA E AMOR!
AONDE IREMOS NÓS? SOMOS TODOS TEUS
TU ÉS O VERDADEIRO SANTO DE DEUS!

2. TODA A VERDADE FALEI,
FEITO PÃO EU DEIXEI O MEU CORPO NA MESA
HOJE DESEJO ESTAR OUTRA VEZ ENTRE VÓS,
ACOLHEI-ME NO CORAÇÃO

AONDE IREMOS NÓS? AONDE IREMOS NÓS?
TU TENS PALAVRAS DE VIDA E AMOR!
AONDE IREMOS NÓS? SOMOS TODOS TEUS
TU ÉS O VERDADEIRO SANTO DE DEUS!

3. MEU SANGUE DEIXEI FICAR FEITO VINHO NO ALTAR,
QUEM BEBER TEM A VIDA
HOJE DESEJO UNIR TODOS VÓS, VINDE A MIM,
ACOLHEI-ME NO CORAÇÃO

AONDE IREMOS NÓS? AONDE IREMOS NÓS?
TU TENS PALAVRAS DE VIDA E AMOR!
AONDE IREMOS NÓS? SOMOS TODOS TEUS
TU ÉS O VERDADEIRO SANTO DE DEUS!

4. MINHA PROMESSA CUMPRI, TEUS PECADOS REMI,
PREPARAI O CAMINHO
HOJE DESEJO FAZER MINHA IGREJA CRESCER,
ACOLHEI-ME NO CORAÇÃO

AONDE IREMOS NÓS? AONDE IREMOS NÓS?
TU TENS PALAVRAS DE VIDA E AMOR!
AONDE IREMOS NÓS? SOMOS TODOS TEUS
TU ÉS O VERDADEIRO SANTO DE DEUS!

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
 
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Deus todo-poderoso, que refazeis as nossas forças pelos vossos sacramentos, nós suplicamos a graça de vos servir por uma vida que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
 
BENÇÃO SOLENE
Tempo Comum, II

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: 
Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: A paz de Deus, que supera todo entendimento, guarde vossos corações e vossas mentes no conhecimento e no amor de Deus, e de seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: 
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
 
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!


CANTO FINAL

Ó MÃE DO REDENTOR, DO CÉU Ó PORTA, 
AO POVO QUE CAIU SOCORRE E EXORTA; 
POIS BUSCA LEVANTAR-SE VIRGEM PURA, 
NASCENDO O CRIADOR DA CRIATURA. 
TEM PIEDADE DE NÓS, E OUVE, SUAVE, 
O ANJO TE SAUDANDO COM SEU "AVE!"