SANTA MISSA COM LAUDES

SÁBADO DA II SEMANA DA QUARESMA

11.03.2023

P: Vinde, ó Deus, em meu auxílio!
T: Soccorei-me sem demora!
P: Glória a ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo! +
T: Como era no princípio, agora e sempre. Amém!
P: Abri meus lábios, ó Senhor!
T: E minha boca anunciará vosso louvor!

CANTO DE ENTRADA - HINO
Ó Cristo, sol de justiça

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Ó Cristo, sol de justiça, / brilhai nas trevas da mente. / Com força e luz, reparai / a criação novamente.

Dai-nos, no tempo aceitável, / um coração penitente, / que se converta e acolha / o vosso amor paciente.

A penitência transforme / tudo o que em nós há de mal. / É bem maior que o pecado / o vosso dom sem igual.

Um dia vem, vosso dia, / e tudo então refloresce. / Nós, renascidos na graça, / exultaremos em prece.

A vós, Trindade clemente, / com toda a terra adoramos, / e no perdão renovados / um canto novo cantamos.


SAUDAÇÃO

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

SALMODIA

Ant. 1. Anunciamos de manhã vossa bondade, e o vosso amor fiel, a noite inteira.

– Como é bom agradecermos ao Senhor * / e cantar salmos de louvor ao Deus Altíssimo! / – Anunciar pela manhã vossa bondade, * / e o vosso amor fiel, a noite inteira, / – ao som da lira de dez cordas e da harpa, * / com canto acompanhado ao som da cítara.

– Pois me alegrastes, ó Senhor, com vossos feitos, * / e rejubilo de alegria em vossas obras. / – Quão imensas, ó Senhor, são vossas obras, * / quão profundos são os vossos pensamentos!

– Só o homem insensato não entende, * / só o estulto não percebe nada disso! / – Mesmo que os ímpios floresçam como a erva, * / ou prosperem igualmente os malfeitores, / – são destinados a perder-se para sempre. * / Vós, porém, sois o Excelso eternamente!

= Eis que os vossos inimigos, ó Senhor, † / eis que os vossos inimigos vão perder-se, * / e os malfeitores serão todos dispersados.

– Vós me destes toda a força de um touro, * / e sobre mim um óleo puro derramastes; / – triunfante, posso olhar meus inimigos, * / vitorioso, escuto a voz de seus gemidos.

 O justo crescerá como a palmeira, * / flori igual ao cedro que há no Líbano; / – na casa do Senhor estão plantados, * / nos átrios de meu Deus florescerão.

– Mesmo no tempo da velhice darão frutos, * / cheios de seiva e de folhas verdejantes; / – e dirão: “É justo mesmo o Senhor Deus: * / meu Rochedo, não existe nele o mal!”

Ant. 1. Anunciamos de manhã vossa bondade, e o vosso amor fiel, a noite inteira.

Ant. 2. Vinde todos e dai glória ao nosso Deus!

– Ó céus, vinde, escutai; eu vou falar* / ouça a terra as palavras de meus lábios! / – Minha doutrina se derrame como chuva, * / minha palavra se espalhe como orvalho, / – como torrentes que transbordam sobre a relva * / e aguaceiros a cair por sobre as plantas.

– nome do Senhor vou invocar; * / vinde todos e dai glória ao nosso Deus! / – Ele é a Rocha: suas obras são perfeitas, * / seus caminhos todos eles são justiça; / – é ele o Deus fiel, sem falsidade, * / o Deus justo, sempre reto em seu agir.

– Os filhos seus degenerados o ofenderam, * / essa raça corrompida e depravada! / – É assim que agradeces ao Senhor Deus, * / povo louco, povo estulto e insensato? / – Não é ele o teu Pai que te gerou, * / o Criador que te firmou e te sustenta?

– Recorda-te dos dias do passado * / e relembra as antigas gerações; / – pergunta, e teu pai te contará, * / interroga, e teus avós te ensinarão.

– Quando o Alssimo os povos dividiu * / e pela terra espalhou os filhos de Adão, / – as fronteiras das nações ele marcou * / de acordo com o número de seus filhos; / – mas a parte do Senhor foi o seu povo, * / e Ja foi a porção de sua herança.

– Foi num deserto que o Senhor achou seu povo, * / num lugar de solidão desoladora; / – cercou-o de cuidados e carinhos * / e o guardou como a pupila de seus olhos.

– Como a águia, esvoaçando sobre o ninho, * / incita os seus filhotes a voar, / – ele estendeu as suas asas e o tomou, * / e levou-o carregado sobre elas. / – O Senhor, somente ele, foi seu guia, * / e jamais um outro deus com ele estava.

Ant. 2. Vinde todos e dai glória ao nosso Deus!

Ant. 3. Ó Senhor, nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo! †

– Ó Senhor nosso Deus, como é grande * / vosso nome por todo o universo!

– † Desdobrastes nos céus vossa glória * / com grandeza, esplendor, majestade. / = O perfeito louvor vos é dado † / pelos bios dos mais pequeninos, * / de crianças que a mãe amamenta.

– Eis a força que opondes aos maus, * / reduzindo o inimigo ao silêncio. / – Contemplando estes céus que plasmastes * / e formastes com dedos de artista;

– vendo a lua e estrelas brilhantes, * / perguntamos: “Senhor, que é o homem, / – para dele assim vos lembrardes * / e o tratardes com tanto carinho?”

– Pouco abaixo de um deus o fizestes, * / coroando-o de glória e esplendor; / – vós lhe destes poder sobre tudo, * / vossas obras aos pés lhe pusestes:

– as ovelhas, os bois, os rebanhos, * / todo o gado e as feras da mata; / – passarinhos e peixes dos mares, * / todo ser que se move nas águas.

– Ó Senhor nosso Deus, como é grande * / vosso nome por todo o universo!

Ant. 3. Ó Senhor, nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo! †

ORAÇÃO DO DIA

5. Terminada a  aspersão, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que pelos exercícios da Quaresma já nos dais na terra participar dos bens do céu, guiai-nos de tal modo nesta vida, que possamos chegar à luz em que habitais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(Mq 7, 14-15. 18-20)

6. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Profecia de Mi­queias

Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade, o rebanho de tua propriedade, os habitantes dispersos pela mata e pelos campos cultivados; que eles desfrutem a terra de Basã e de Galaad, como nos velhos tempos. E, como foi nos dias em que nos fizeste sair do Egito, faze-nos ver novos prodígios. Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniquidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniquidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados.Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos.

Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 102)

7. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— O SENHOR É INDULGENTE E FAVORÁVEL!

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! ℟.

— Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão; ℟.

— Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu rancor. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas. ℟.

— Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
9. Segue-se o canto.
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA DE DEUS! 
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA DE DEUS!

Vou voltar e encontrar o meu pai e direi: meu pai, eu pequei contra o céu e contra ti.

LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA DE DEUS! 
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA, CRISTO PALAVRA DE DEUS!

10. Enquanto isso, o sacerdote, se us ar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Lc 15, 1-3. 11-32)

11. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas. +++
Ass: Glória a vós, Senhor.+++

Naquele tempo, os publi­canos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queira matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome’.Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festaO filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’. Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado”’.


Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: 
12. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMÍLIA

13. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.


PRECES DA ASSEMBLEIA

15. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Demos graças a Cristo, nosso Salvador, sempre e em toda parte; e supliquemos com toda a confiança:

R. Socorrei-nos, Senhor, com a vossa graça!

Ajudai-nos a conservar sem mancha os nossos corpos, para que sejam digna morada do Espírito Santo. – R.

Despertai em nós, desde o amanhecer, o desejo de nos sacrificarmos pelos nossos irmãos e de cumprirmos a vossa vontade em todas as atividades deste dia. – R.

Ensinai-nos a procurar o pão da vida eterna, que vós mesmo nos ofereceis. – R.

Interceda por nós a vossa Mãe, refúgio dos pecadores, para alcançarmos o perdão dos nossos pecados. – R.

Pres: Pai misericordioso, que entregastes vosso Filho como preço de nossa Salvação, ouvi a súplica de vossa Igreja e concedei-nos tempo para a verdadeira penitência e a graça e consolação do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

16. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

COLOCAMOS Ó SENHOR, EM TEU ALTAR,
ESTE PÃO QUE LOGO IRÁ SE TRANSFORMAR
EM TEU CORPO QUE SERÁ NOSSO ALIMENTO,
O SUSTENTO DESSE NOSSO CAMINHAR.

PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!
PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!

COLOCAMOS, Ó SENHOR, EM TEU ALTAR,
ESTE VINHO QUE IRÁ SE TRANSFORMAR
EM TEU SANGUE, QUE NOS DÁ ETERNA VIDA.
VEM SENHOR NOS CONVERTER, NOS LIBERTAR!

PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!
PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!

COLOCAMOS, Ó SENHOR, EM TEU ALTAR,
JUNTAMENTE COM ESTA OFERTA SINGULAR,
NOSSAS VIDAS, NOSSAS LUTAS, NOSSOS DONS.
TUDO ISSO NÓS QUEREMOS TE ENTREGAR!

PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!
PRA SEMPRE SÊ BENDITO, Ó SENHOR, NOSSO DEUS!

17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

18. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

19. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.

21. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

22. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

23. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
24. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

25. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Ó Deus de bondade, concedei-nos, por este sacrifício, que, pedindo perdão de nossos pecados, saibamos perdoar a nossos semelhantes. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA II

26. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Para renovar, na santidade, o coração dos vossos filhos e filhas, instituístes este tempo de graça e salvação. Libertando-nos do egoísmo e das outras paixões desordenadas, superamos o apego às coisas da terra. E, enquanto esperamos a plenitude eterna, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO SENHOR DEUS DO UNIVERSO
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA

HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR

HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA NAS ALTURAS! 

Ou, para a recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

27. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
O povo aclama:
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!

28. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

29. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

30. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

31. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

32. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Vhirghem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e MártiresN. (o santo do dia ou padroeiro) e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Antônio, o nosso arcebispo Cristiano, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
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Se o sacerdote celebrante é um Bispo, após dizer o vosso servo o Papa N. acrescenta: 
e comigo, vosso indigno servo, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.

Se o Bispo celebra fora da sua diocese, acrescenta: 
e comigo, vosso indigno servo, e com o meu irmão N., bispo desta Igreja de N., com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ou: 
e de mim, vosso indigno servo, e do meu irmão N., bispo desta Igreja de N., com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
________________________________________________

2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: A todos saciai com vossa glória!

3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

33. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

34. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

35. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

36. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: 
Amém.

37. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: 
O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

38. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

39. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ!

Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

40. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
41. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

42. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

43. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

44. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

46. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

47. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
BENEDICTUS

– Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
porque a seu povo visitou e libertou;
– e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor,

– como falara pela boca de seus santos, *
os profetas desde os tempos mais antigos,
– para salvar-nos do poder dos inimigos *
e da mão de todos quantos nos odeiam.

– Assim mostrou misericórdia a nossos pais, *
recordando a sua santa Aliança
– e o juramento a Abraão, o nosso pai, *
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

= a ele nós sirvamos sem temor †
em santidade e em justiça diante dele, *
enquanto perdurarem nossos dias.

= Serás profeta do Altíssimo, ó menino, †
pois irás andando à frente do Senhor *
para aplainar e preparar os seus caminhos,

– anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados,

– pela bondade e compaixão de nosso Deus, *
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

– para iluminar a quantos jazem entre as trevas *
e na sombra da morte estão sentados
– e para dirigir os nossos passos, *
guiando-os no caminho da paz.

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

48. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos, com o presidente, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que o sacramento recebido penetre o íntimo do nosso coração e nos faça participar da sua força. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

49. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO SOLENE
(Tempo da Quaresma)

50. Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo e reza a oração:
Pres: Deus, Pai de misericórdia, conceda a todos vós, como concebeu ao filho pródigo, a alegria do retorno à casa.
Ass: Amém.

Pres: O Senhor Jesus Cristo, modelo de oração e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal a uma verdadeira conversão.
Ass: Amém.

Pres: O Espírito de sabedoria e fortaleza, vos sustente na luta contra o mal, para poderdes com Cristo celebrar a vitória da Páscoa.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: 
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

51. Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác ou Pres: Em nome do Senhor, ide em paz, e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!

CANTO FINAL

AVE REGINA COELORUM
AVE DOMINA ANGELORUM

SALVE RADIX, SALVE PORTA
EX QUAE MUNDO LUX EST ORTA

GAUDE VIRGO GLORIOSA
SUPER OMNES SPECIOSA

SALVE, O VALDE DECORA
ET PRO NOBIS CHRISTUM EXORA