3° DIA DO TRÍDUO EM HONRA À SÃO BENTO
PRESIDIDA POR
SANTO PADRE GREGÓRIO IV
PRA ME GUIAR E ME PROTEGER
CONTRA O INIMIGO VENHA SÃO BENTO
ORANDO A DEUS PARA ME DEFENDER
DESDE MENINO GOSTAVA DE ORAR
DE FAMÍLIA NOBRE TODOS ROMANOS
FOI MORAR EM ROMA PARA PODER ESTUDAR
BENTO FOI LEVADO PARA O MONTE
E NUMA GRUTA ELE FOI SE ABRIGAR
E ALI FICOU MORANDO POR TRÊS ANOS
SÓ MEDITANDO E ORANDO SEM PARAR
SÓ O EREMITA PODIA VISITAR
POUCO ALIMENTO CHEGOU A PASSAR FOME
MAS DEUS ENVIA ALGUÉM PRA LHE AJUDAR
NA REGIÃO EXISTIA UM SACERDOTE
QUE NUMA NOITE FAZENDO SEU JANTAR
OUVIU UMA VOZ QUE VINHA DO HORIZONTE
ELE PAROU E FICOU A ESCUTAR
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Pres.: OREMO-O-OS.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO-O-O!
℣.: Naquele tempo, Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! Em vosso caminho, anunciai: "O Reino dos Céus está próximo”.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
AJUDAI-NOS NA LUTA CONTRA O INIMIGO MALVADO E, NO NOME DO SENHOR JESUS, ALCANÇAI-NOS A VIDA ETERNA.
Abrindo os braços, o celebrante prossegue com a Oração de São Bento.
Pres.: OREMO-O-OS.
Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as impurezas tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça que vos suphlicamos; finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
que nos mandou celebrar estes mistérios.
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: OREMO-O-OS.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Pres.: Voltemos nosso olhar à Senhora Aparecida e consagremo-nos à ela.
Ó Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.
Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-me, ó Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte. Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.
Assim seja!
℟.: DAI-NOS A BENÇÃO, Ó MÃE QUERIDA, NOSSA SENHORA APARECIDA!
DAI-NOS A BENÇÃO, Ó MÃE QUERIDA, NOSSA SENHORA APARECIDA!
ORAÇÃO DE SÃO BENTO
A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia. Retira-te, satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo os teus venenos!
℟.: A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia. Retira-te, satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo os teus venenos!
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
℟.: Agora e para sempre.
℟.: Que fez o céu e a terra.
℣.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
PRA ME GUIAR E ME PROTEGER
CONTRA O INIMIGO VENHA SÃO BENTO
ORANDO A DEUS PARA ME DEFENDER
DESDE MENINO GOSTAVA DE ORAR
DE FAMÍLIA NOBRE TODOS ROMANOS
FOI MORAR EM ROMA PARA PODER ESTUDAR
BENTO FOI LEVADO PARA O MONTE
E NUMA GRUTA ELE FOI SE ABRIGAR
E ALI FICOU MORANDO POR TRÊS ANOS
SÓ MEDITANDO E ORANDO SEM PARAR
SÓ O EREMITA PODIA VISITAR
POUCO ALIMENTO CHEGOU A PASSAR FOME
MAS DEUS ENVIA ALGUÉM PRA LHE AJUDAR
NA REGIÃO EXISTIA UM SACERDOTE
QUE NUMA NOITE FAZENDO SEU JANTAR
OUVIU UMA VOZ QUE VINHA DO HORIZONTE
ELE PAROU E FICOU A ESCUTAR
